Porque o mais provável é ninguem ligar ao que tens a dizer...

terça-feira, janeiro 09, 2007

Cidade de Munique


Visto que um dos nossos camaradas blogueiros, conhecido recentemente entre os amigos como o “emigrante” foi trabalhar para a Alemanha, mais concretamente na cidade de Munique, não se digna a partilhar connosco a sua experiência que durará mais ou menos 9 meses, eu assumirei esse papel tentando muito superficialmente contar-vos aquilo que vos poderá esperar se algum dia quiserem ir visitar o nosso mais recente temporariamente “emigrante”.
Para quem desconhece, esta cidade é a capital do Estado da Bavaria (um dos estados federais alemães). Munique é uma cidade que quase todos conhecem, mais que não seja pelo seu famoso Oktoberfest. A tão conhecida gigantesca festa da cerveja que dura o mês de Outubro todo (para infortúnio do nosso “emigrante”, uma vez que iniciou a sua actividade no mês de Novembro). Por ser também a “cidade mãe” de empresas como a BMW e a Siemens.

No que concerne a eventos e numa perspectiva pessoal, visto ter sido a única que tive o prazer de assistir, posso falar das festas de Natal. Em Marienplatz (ilustrada na imagem, a principal praça da cidade) são montadas montes de barraquinhas conhecidas por Christkindlmarkt, onde se vende uma bebida típica, a qual não me recordo do nome mas que pelo gosto me soube a sangria quente, assim como o chocolate quente, as típicas salsichas alemães e os souvenirs da cidade.
E quem disse que os alemães são um povo “frio”? São conotados em todo o lado por sê-lo, mas a minha boa experiência obriga-me a discordar desse cliché. Deparei-me com pessoas deveras simpáticas, amáveis e gentis. Sendo esta uma cidade multicultural, com um misto de raças relativamente abundante, algo que confesso ter-me surpreendido. Onde quase toda a gente fala o inglês “a litle bit” (private joke) e onde incrivelmente muita gente fala o italiano.
Uma cidade com algumas peculiaridades, designadamente o de cada cidadão que trabalha nesta região ter que provar a sua religião para assim pagar uma espécie de dízimo à Igreja (se não estou em erro tem que se provar que não se é católico para não pagar a dita contribuição. Se estiver em erro o “emigrante” que me corrija!). Para além disso todos os trabalhadores desta região contribuem com um montante mensal para ajudar as regiões mais carecidas (regiões carecidas na Alemanha… yeah right!).
Eis uma boa solução para o Alberto João Jardim! Agora neste aperto financeiro pedíamos a independência e anexávamo-nos à Alemanha e seríamos uma região menos favorecida, aproveitando essas verbas, escusando de pedir empréstimos a instituições bancárias que a nossa geração há-de pagar no futuro!!!! Invocaríamos ligações históricas e afectivas dos alemães face à nossa ilha. Há tantos que lá vivem e passam férias! Que acham? O melhor é sugeri-lo ao nosso presidente, suficientemente lunático para aceitar tal sugestão!!!!!!

P.S: O “emigrante” assegura estada, o que inclui dormida, mas sem pensão.

2 Comments:

Anonymous Anónimo said...

muniki

21/1/07 19:14

 
Anonymous Anónimo said...

When can I move in? heheh ..Tschüsss :) * Jo

7/3/07 01:39

 

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