Porque o mais provável é ninguem ligar ao que tens a dizer...

domingo, maio 14, 2006

Too much “E.R.”?

Um sujeito britânico com idade de 25 anos, enfermeiro de profissão foi condenado a prisão perpétua na sequência do homicídio de dois pacientes. A problemática em redor destas mortes é que surpreende, levando à estupefacção dos ditos “normais”.

Passo, portanto, a contar resumidamente o sucedido. O sujeito sentia prazer, ou antes, uma certa adrenalina quando administrava medicamentos que conduzissem a um risco mortal dos pacientes. Ressalvando o facto de que a sua intenção não era matá-los, uma vez que depois de administradas as doses de medicamentos, que só por si e em pequenas doses não eram mortais mas que misturadas causavam grandes riscos para a vida dos pacientes, o dito enfermeiro saltava para a fase de reanimação.

Colegas relatam que quando havia algum paciente com alguma paragem cardíaca este rejubilava de alegria, ou entrava em euforia.

Agora permitam-me que especule: Será que o rapaz que trabalhava nas urgências era um fiel e assíduo espectador da série “E.R.”, e quando se deparou com a realidade normal de um serviço de urgências ficou desiludido, e então decidiu temperar os seus turnos com um pouco de adrenalina?

Terá este sido um caso de confusão entre a realidade e a ficção? Ou será, pura e simplesmente “doença”? O que é certo é que as suas “brincadeiras” acabaram por tirar a vida a duas pessoas, não tendo estes a mesma sorte das outras quinze “cobaias”.

 
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